4 minutos Existem muitos processos cognitivos que precisam ser desenvolvidos para que a alfabetização seja garantida: uma dessas habilidades essenciais é a consciência fonológica. Pra começo de conversa, vamos visitar brevemente o conceito de metacognição. Trata-se de uma habilidade de aprender como nós mesmos aprendemos e tornar isso um processo consciente. Esta é uma capacidade que pode ser desenvolvida, sim, pelo educador – e daí a importância de nós, professores, conhecermos os processos de neurocognição, a fim de melhor auxiliarmos nossos alunos a entenderem Saiba mais→
2 minutos Não! Crianças que não decodificam não podem ser consideradas leitoras fluentes. Elas podem participar de eventos de letramento, de compreensão e interpretação, mas não são denominadas leitoras. Por outro lado, a leitura já foi considerada somente decodificação, estritamente mecânica. Hoje, diversos autores afirmam que leitura é uma atividade complexa, que não engloba apenas o domínio da decodificação, mas também da compreensão (Glossário do CEALE) . Um leitor que, por exemplo, não decodifica fluentemente, gasta muita energia fazendo as relações entre grafema-fonema, não Saiba mais→
menos de 1 minuto Já temos 4 lives lá no Canal do Youtube sobre a PSICOGÊNESE DA LÍNGUA ESCRITA – pesquisa da Emilia Ferreiro e da Ana Teberosky. Na primeira delas, abordei as principais características desse estudo, bem como as contribuições e questionamentos que trouxe para a Educação: Na segunda, explorei estratégias potentes para os níveis 1 e 2 (hipótese pré-silábica): Na terceira, discutimos atividades para os níveis 3 e 4 (hipótese silábica e silábica-alfabética): E a quarta e última teve Saiba mais→
2 minutos Começo este texto destacando, com propriedade, que a aprendizagem da escrita não ocorre de forma natural e espontânea. Pelo contrário, é preciso que o aprendente tenha consciência da representação do sistema de escrita do qual faz parte e isso ocorrerá se estiver inserido em um ensino alfabetizador. Portanto, deixo claro aqui que precisamos adotar procedimentos para que essa alfabetização ocorra. Isto é, nada mais nada menos, do que um método: um conjunto de procedimentos. Passamos por um período na educação em que, Saiba mais→
menos de 1 minuto Sábado, 05 de agosto, fizemos uma aula ao vivo no Facebook para discutir tópicos que não podem faltar em aulas para anos de alfabetização. Falamos sobre: # Planejamento: abordando aspectos de diagnóstico, metodologia e avaliação. #Sequência didática: além dos projetos e atividades permanentes, precisamos planejar uma sequência de atividades que são pensadas a partir de uma intencionalidade. Na aula apresentei uma sequência para um primeiro ano, com o objetivo de trabalhar as letras D e T. #Consciência Fonológica: Há três Saiba mais→
1 minuto Historicamente, a ortografia surgiu como uma forma de convencionar os distintos modos de oralidade de uma mesma língua. Ainda, ajustaram-se, com o tempo, as maneiras de escrever, a orientação espacial e a segmentação das frases e das palavras (MORAIS, 2008). A normatização da ortografia pelos escreventes ocorre em um percurso evolutivo de aquisição da escrita alfabética-ortográfica. Na etapa alfabética, se constrói a consciência fonêmica, que compreende a convenção do idioma quanto às relações entre som e letra. Essa etapa se aperfeiçoa quando Saiba mais→
3 minutos Ao longo dos anos, a educação bilíngue foi alvo de estudos por levantar muitos questionamentos. O maior deles – já ultrapassado conforme pesquisas mais recentes -, seria o de que o ensino de dois idiomas simultaneamente poderia confundir o cérebro das crianças. Contudo, o que acontece, na verdade, é o contrário – a aprendizagem de um segundo idioma, ainda na fase da alfabetização, contribui para o aprendizado da língua materna. Não dependendo da instrução formal para aprender a oralidade de um idioma, Saiba mais→